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sexta-feira, 2 de maio de 2014

As gatas em bebés

Publicada por Karna Feminino à(s) 22:12 3 comentários
Hoje deu-me para a nostalgia. Deu-me as saudades de quando as minhas gatinhas vieram cá para casa, há quase 3 anos.
A Bu veio com um mês certinho, a 22 de junho de junho de 2011, com 300g. Não foi fácil, não vinha ainda totalmente desmamada, mas felizmente correu bem. Só queria (e quer) brincadeiras, sempre muito elétrica, mas ainda hoje adora dormir enroscada nos humanos cá de casa.
A Winwin veio a 19 de agosto de 2011, com uma semana e um mês e 400g. A primeira coisa que fez quando chegou a casa foi comer como se não houvesse amanhã, hábito que ainda mantém. A chegada da mais nova não foi vista com bons olhos pela Bu, que já se autodenominava como a anfitriã da casa, mas, a custo, acabaram por ficar amigas.
Ai que saudades destas miniaturas!
Bom fim de semana!

domingo, 30 de março de 2014

Adoção de Gatos: bebés ou adultos?

Publicada por Karna Feminino à(s) 10:30 0 comentários
Tal como já disse numa publicação anterior, tenho duas gatinhas. O que eu não disse foi que foram as duas adotadas, não são de nenhuma raça XPTO (ou pronto são da raça Europeu-Comum) e já têm as duas dois anos, fazem três em 2014. 
Antes de as adotar pesquisei muito, não só acerca de quais os cuidados a ter com um gato, mas também sobre as "ofertas" que havia. Inicialmente pensei em adotar diretamente numa instituição de apoio a animais abandonados, mas vieram as duas de apelos de senhoras que precisavam de dar os gatinhos (filhotes das suas gatas) urgentemente, porque não tinham como ficar com eles. E verdade seja dita, era mesmo essa realidade. 
Também primeiro, preferíamos todos gatinhos brancos e pretos, com um bigodinho preto por cima da boca, mas depois deixamo-nos disso e guiamo-nos pelo coração. Posso dizer ainda que a cor da pelagem das duas é do tipo vulgarmente chamado "tartaruga", uma normal e uma preta.
Adiante, o que eu quero dizer é que, durante o processo de adoção, para mim houve sempre um ponto assente: tinham de ser bebés. Queria bebés porque achava que, além de serem naturalmente muito fofinhos, era uma aposta "mais segura" porque assim adaptavam-se a nós desde pequenos. E isso aconteceu mesmo.
Contudo, conheci depois uma colega que me disse que o melhor, para não se apanhar surpresas, é adotar um gato já adulto, porque isso sim era uma aposta "segura": aquilo que se via era aquilo que se levava. Não tenho uma experiência contrária, até porque sou da opinião que as minhas gatas se têm mantido coerentes ao longo do seu crescimento. Será que é verdade? Alguém tem uma experiência diferente da minha? 

quarta-feira, 19 de março de 2014

Gatos e Comprimidos

Publicada por Karna Feminino à(s) 22:21 0 comentários

As minhas duas gatas são duas personagens fundamentais na minha vida. Infelizmente, em janeiro uma delas esteve doente, e daí que surgiu este texto:
Tenho uma novidade do mundo animal que mudou completamente a minha experiência nos cuidados de saúde com as minhas gatas e que me deixou tão satisfeita, que me deu vontade de a partilhar com toda a gente! Para contextualizar esta publicação, informo em primeiro lugar que tenho entre os meus animais de estimação duas gatas, ambas com quase 3 anos. Até à data, e que assim continue, têm sido bastante saudáveis, mantendo apenas os cuidados básicos (desparazitação, vacinas, alimentação, etc.), além da esterilização de ambas. Como sou pouco experiente nestas andanças, confesso que tinha sempre preferência que fosse a veterinária a dar os comprimidos de desparasitante interno e, quando tal deixou de ser possível devido aos comportamenos demasiado "entusiasmantes", especialmente da mais velha, passei a comprar desparasitantes internos em pipeta (e com o dobro do preço).
Isto assim foi até à semana passada, no princípio da qual comecei a reparar em alguns indícios estranhos na minha gatinha mais nova, que ia muitas vezes seguidas à caixa da areia sem fazer praticamente nada, miava muito quando lá estava e lavava-se muito quando de lá saia, repetindo este ritual, por vezes, durante quase uma hora. Resolvi no próprio dia fazer uma visitinha ao veterinário e, depois de muita conversa, o diagnóstico foi que deveria ser uma pequena inflamação ou algum problema relacionado com a parte urinária. E aí surgiu um dos meus mais antigos medos: o tratamento provisório passava também por a toma de um quarto de comprimido, não uma, mas duas vezes por dia!
Reclamei imenso e protestei, mas porque raio é que os veterinários que faziam estes medicamentos para animais não o faziam de uma forma que fosse mais fácil de administrar? E além disso, porque não podem os veterinários fazer estes tratamentos todos, já que eu sou tão pouco dotada para enfermeira, independentemente da espécie em questão? As experiências anteriores não tinham sido propriamente agradáveis ou positivas, pois além de ter ficado com uma mão mordida e arranhada, para as próprias meninas era sempre uma situação demasiado stressante, na qual espumavam, perdiam pelo, ficavam roucas e mais coisas do género.
No entanto, para me vender e facilitar a coisa, a veterinária apresentou-me um novo produto chamado "lança-comprimidos", com o qual a maior parte dos clientes ficavam satisfeitos após as duas primeiras aplicaçõess. Saí então do veterinário com esta nova engenhoca e fui direta à farmácia para comprar os ditos comprimidos. Assim que cheguei a casa, muito receosa, fui logo experimentar e dar a medicação à gatinha para ver se "despachava" o assunto. E caros leitores, não é que foi uma maravilha? Para já, aquilo, como podem ver, tem um formato semelhante a uma seringa e quando é empurrado dá um certo impulso ao comprimido. Depois, como é comprido, dá para chegar quase até ao fundo da boca sem que haja mãos mordidas, o que ainda é melhor se a gatinha tiver a cabeça inclinada para cima, pois a força da gravidade também dá alguma ajuda.
Foi-me dito que o procedimento seria melhor se fosse colocado num dos lado da boca e inclinado de cima para baixo. A inclinação, sem dúvida, é essencial, pois quando tentei dar-lhe com a cabeça nivelada a direito, a "coisa" não correu muito bem. Mas quanto à parte em colocar-se de lado, já tenho algumas dúvidas, pois achei que corria melhor sempre que colocava numa posição mais central. Claro está que cada um vai aprendendo com a experiência e que, sem dúvida, uma das aprendizagens que fiz no decorrer deste tratamento foi que a calma e a segurança são essenciais, pois os nossos medos e ansiedades só os assustam ainda mais. Isto, e claro, alguém que agarre na bichana de uma forma firme, sempre ajuda a não ficarmos com umas arranhadelas.
Ah e tudo isto por apenas 3 euros! Muito bom!

 

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